O corpo tem gosto.
A alma não tem forma, mas dança revestida de carne fraca, trêmula, que movimenta-se pelo espaço asco, cheio de vida que grita trepida, faz dançar o corpo cansado com a lama do corpo, a água da alma pesada, as vezes leve, que afunda desnuda os sabores salgados da carne que parece doce de desgosto de ser carne.
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