sábado, 7 de fevereiro de 2015

Texto por Júlia Martins referente a aula do dia 02 de fevereiro de 2015

Nessa última aula, houve uma evolução perceptível em relação ao meu corpo, ao grupo e aos experimentos realizados. 
Grande parte desse desenvolvimento mútuo deve-se ao método trabalhado nas aulas, baseado na dança contemporânea, que tem ajudado muito na flexibilidade, concentração e presença cênica.
Nas outras semanas, nós estávamos focando mais na intuição, nos sentidos. 
Dessa vez, foi enfatizada a técnica, para a realização de movimentos mais precisos. 
Já me senti muito mais confiante, mesmo que os movimentos não estivessem perfeitos. 
As sequências em pé foram mais fáceis de realizar do que os saltos, rolamentos e as movimentações de chão, mas é tudo uma questão de treino. 
Em alguns momentos, o grupo ficava disperso, causando uma certa desconcentração na hora de executar os movimentos, algo que pretendo mudar nas próximas aulas e espero que o coletivo se conscientize também.

Começamos a desenvolver “O Que Diz o Corpo”, a partir de uma sequência de trinta e duas partituras de nossa criação, baseado no tema “O corpo é um abismo”.
Nossas criações foram muito bem trabalhadas e aos poucos serão lapidadas para o espetáculo, que será (a princípio) inteiramente no "silêncio". 
Pela primeira vez me senti absolutamente confortável na apresentação das partituras, o que me possibilitou uma desenvoltura melhor, a meu ver. 
Nos próximos encontros espero melhorar ainda mais, assim como os outros, para que o coletivo ganhe peso técnico e uma visibilidade maior, além dos ganhos individuais.

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