O último ensaio (19/02) foi bastante produtivo.
Lemos e debatemos um texto que nos fez pensar bastante sobre o grupo e sobre como lidamos com a expectativa de ver o espetáculo de uma forma, quando ele está em constante transformação.
Às vezes nos prendemos tanto às nossas criações individuais, opiniões, que esquecemos que o espetáculo é feito por todos, e que enquanto um coletivo, devemos nos abstrair um pouco das nossas ideias para dar espaço a algo novo e diferente que vai se formulando a partir do labor de casa experimentação.
Começamos a colocar ordem nas cenas já criadas, e vendo o conjunto, percebi que o espetáculo está ficando muito bonito. Conseguimos notar a diferença e a particularidade de cada um nas cenas, as vivências, as crenças e visões, tudo sendo fundido em uma coisa só, e nos dando uma visão diversificada sobre o que entendemos como sobre o corpo e suas possibilidades.
Algumas cenas foram criadas ou modificadas, acrescentando ou retirando alguma coisa.
Em suma, foi um dia para começar a lapidar o espetáculo.
O orgulho cada vez maior, apesar de certas convergências que sempre acontecem quando se trabalha em grupo, mas que devem ser superadas pelo bem do trabalho e pelo amor ao que se faz, que acima de tudo é o que nos move.
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