A aula teve um começo diferente da prática que tínhamos.
Começamos
lendo um trecho de um caderno de apontamentos do Coletivo de Teatro Alfenim onde apontava uma reflexão pertinente a nós atores enquanto cena, enquanto relação com o diretor, enquanto ao trabalho que desenvolvemos.
A leitura foi coletiva e compartilhada, o que ao meu ver ajuda a todos, tanto no treino da dicção , quanto melhorando o modo de se posicionar mediante o público pra qual você está lendo. Encarei essa leitura como uma apresentação teatral, em
que ainda não estamos ensaiados para apresentar, mas seguros ao ato de improvisar.
Tivemos um exercício bem breve, porém mais pesado. Dessa vez usamos mais o ‘tronco
do corpo’, com abdominais e exercícios similares.
Partimos para a criação, desenvolvendo partituras em coletivo, o que foi um pouco dificultoso. Um grupos grandes
(tínhamos 8 no grupo), é mais fácil de haver dispersão, caso algum integrante não esteja alinhado com a concentração dos demais, e pode acabar por virar
uma zona todo esse momento de criação.
Observei com atenção que tinha algumas pessoas
que, aparentemente, não estavam tão afinadas com o grupo, estavam desconcentradas, o que torna chata a situação, pois acaba
levando todos à perder a preciosa concentração, e realizar um trabalho medíocre.
Sugestão pessoal: Quando estávamos falando do começo do espetáculo, o diretor sugeriu homens e
mulheres com roupas formais (ternos e vestidos), validei a ideia, porém, mudaria a
maneira de encarar... colocaria homens de vestido, e mulheres de terno, ou até mesmo
mesclaria os dois gêneros, dando características femininas e masculinas nas personagens.
Enfim, acredito que o grupo, com o tempo, tome a seriedade (FOCO NA DISCIPLINA DE ATOR/BAILARINO) que merece referente aos posicionamentos, pois é necessário brincar de ser sérios para maior fruição do nosso tempo, laboratórios e trabalhos.
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